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Como direitos locais podem pôr fim a injustiças globais: o caminho jurídico para a agricultura sustentável no Brasil

by Nicole Polsterer

A expansão da agricultura está devastando as florestas do mundo.

No Brasil, a derrubada de florestas para dar lugar ao cultivo de soja no intuito de alimentar um mercado de exportação insaciável também gerou violações de direitos humanos, como despejos forçados, grilagem de terras e violência.

O apetite da União Europeia por soja está provocando destruição no Brasil. Veja como isto pode parar.

Por Paulo Barreto e Nicole Polsterer

Representantes de vários países se reuniram em 22 de março em Brasília para a Assembleia Geral Anual da Aliança para Florestas Tropicais 2020 (TFA 2020 em inglês), uma coalizão global de governos, ONGs e empresas, cujo objetivo é combater a destruição das florestas tropicais do mundo, resultante de um apetite voraz por commodities, incluindo óleo de dendê, soja e carne bovina.

O Carbono Desacreditado: A razão pela qual a UE deve evitar as compensações de carbono florestal

O Projeto-Piloto de Compensação Florestal das Emissões de Carbono de N’hambita, executado pela empresa Envirotrade, e inicialmente financiado com verbas da Comissão Europeia (CE)1, não conseguiu alcançar a maioria dos seus objetivos em matéria de alterações climáti

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O Comércio de Carbono: Como funciona e por que é controvertido

Para combater as mudanças climáticas, o comércio de carbono tornou-se o instrumento de política de escolha entre os governos. É também um elemento central do Protocolo de Quioto da ONU. Regimes nacionais ou regionais de comércio de carbono já estão operacionais na Europa, EUA, Nova Zelândia e em outros lugares.

O mercado de carbono não é a solução que promete ser para governos, florestas e populações do hemisfério sul

Muitos governos acreditam que o comércio de carbono gerará recursos consideraveis para a proteção e gestão 'sustentável' de florestas localizadas em seus países, através de iniciativas que proponham a Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD). Este informe, assinado por 28 organizações explica por que o mercado de carbono não vai entregar que promete-o para os governos, florestas e populações do hemisfério Sul.

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O REDD+ e os mercados de carbono: Dez mitos detonados

Nos últimos quatro anos, as negociações das Nações Unidas sobre a Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) têm se tornado cada vez mais importantes nas discussões globais sobre as mudanças climáticas. Infelizmente, ainda há uma série de concepções seriamente errôneas sobre os mercados de carbono como maneira de financiar a proteção florestal. O objetivo deste paper é demonstrar por que essas suposições são falsas ou enganosas.

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Projetado para fracassar? Os conceitos, práticas e controvérsias por trás do comércio de carbono.

Estamos lançando o mundo numa experiência vasta, sem precedentes, e o aquecimento global já é uma realidade. Os climatólogos  alertam:  se  não  reduzirmos  maciçamente nosso  uso  de  combustíveis  fósseis,  começando  imediatamente, estas mudanças provavelmente serão catastróficas, representando uma séria ameaça à viabilidade das sociedades humanas como nós as conhecemos hoje em dia.

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