O comércio de emissões é um processo de compra e venda de permissões e créditos para emitir dióxido de carbono.

Todos os sistemas de comércio de emissões estão permeados de problemas e corrupção. Ainda assim, alguns países e indústrias insistem que o comércio de emissões pode resolver a questão do aumento das emissões.

Cientistas definiram a quantidade de dióxido de carbono que nós podemos dispensar globalmente e ainda atender ao objetivo do Acordo de Paris, de manter o aquecimento global abaixo de dois graus, e tentar mantê-lo em 1,5 grau. Esse "orçamento de carbono" não tem espaço para negociação. Isso exige a transição imediata para um mundo com energia, agricultura, transporte e indústria de baixo consumo de carbono, e a remoção simultânea de parte do dióxido de carbono do ar através da restauração de florestas. A melhor forma de fazer isso é através de regulações diretas.

O comércio de emissões é de vital importância aos interessados em florestas porque plantar árvores e proteger florestas são formas mais baratas de compensar o carbono. Porém, nunca será possível compensar o carbono de origem fóssil com a proteção ou plantação de árvores. Também não há evidências de que o comércio de emissões tenha provido dinheiro nos montantes previstos.

O trabalho da Fern tem refreado os planos da UE de incluir florestas em seus Sistemas de Comércio de Emissões (UE, SCE) e desencorajado o Reino Unido e a UE de se engajarem em compensações da biodiversidade.

A Fern acredita que o comércio de emissões, a compensação de florestas e compensações da biodiversidade são distrações perigosas que fazem com que pessoas, organizações e países perpetuem as emissões ou a destruição, o que deveria ser proibido.

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